Ano I - N° 3
Brasil, janeiro de 2003. 

 


    No fim de 2001, vínhamos acompanhando as mudanças do mercado na área de tecnologia e decidimos investir numa fábrica de software, visando oferecer desenvolvimento de soluções de alto padrão de qualidade com custo controlado e prazos respeitados. Aliado a isto, investimos também em Marketing com o objetivo de tornar a marca "SISCORP" conhecida e também para aproveitar a capacidade da fábrica com maior número de clientes. Hoje, mesmo com as dificuldades que nosso país atravessa, podemos perceber que caminhamos no rumo certo...
    Nosso objetivo era maior que simplesmente construir uma fábrica de software,
queríamos ser geradores de soluções aliando a fábrica a uma de nossas principais características: estar próximo ao cliente. A proposta consiste em consultoria capaz de levantar as necessidades do cliente, participar ativamente da especificação do produto, desenvolver a solução com grande facilidade de acompanhamento através da Internet, o que permite ao cliente programar seus pagamentos de acordo com as etapas previamente definidas. Sendo todos estes passos baseados na Metodologia Siscorp de Desenvolvimento de Soluções (MSDS). Com isso garantimos os resultados esperados pelo cliente no momento da contratação dos serviços.
    Para que a marca "SISCORP" ficasse mais conhecida no mercado estruturamos nosso Departamento de Marketing. Logo no início de 2002 já era possível encontrar painéis com nossa marca espalhados pela cidade de São Paulo. Tivemos também a oportunidade de participar e patrocinar importantes eventos como, por exemplo, a "Expo CIEE", evento para mais de 20.000 pessoas, onde montamos um stand juntamente com a IBM, de quem somos parceiros. Aliás, neste ano firmamos parcerias com renomadas empresas, aumentando nossa capacidade de gerar soluções e fortalecendo ainda mais nossas relações.
    Nosso objetivo está sendo alcançado: melhoramos a qualidade de nossos serviços, conquistamos novos e importantes clientes e temos capacidade para novas conquistas.

Dawson Henriques de Oliveira e
Marcelo Freitas da Silva,

Sócios Diretores
SISCORP, BR



SIS- Siscorp Internet Store


Atualizada em relação às necessidades do mercado, a SISCORP desenvolveu o SIS, um produto que torna possível, de forma rápida, segura e de baixo custo, o ingresso de qualquer empresa ao mundo virtual. Todas as funções necessárias a uma loja virtual ou site institucional estão disponíveis nesse produto.
Veja algumas de suas características:

· Banco de dados de produtos
· Espaço para publicidade
· Arquivos de interface para contabilidade, convênios etc.
· Controle de logística
· Transações financeiras eletrônicas via cartão de crédito, boletos bancários, débitos em conta, cheque pré-datados etc.
· Espaço para integração com o usuário, através de envio de fotos, sugestões, enquête etc.

Todas essas características são de caráter extremamente simples e interativo. Todos os textos, produtos cadastrados, link's de publicidade etc., podem ser alterados, incluídos ou excluídos em campos apropriados, sem a necessidade de um profissional de informática para essas atividades.


 


Tecnologia Social

    O ano novo chegou com grandes mudanças. Mudamos nossa classe política, teremos mudanças econômicas internas e externas e, certamente, a Tecnologia as acompanhará.
    Em 2003 veremos o novo governo combatendo a exclusão social como nunca. Nesta exclusão temos a privação de diversos direitos essenciais do cidadão, tais como os de acesso a moradia, saúde, trabalho, transporte, segurança, educação, informação e crédito.
    Muitos menosprezam os dois últimos direitos citados mas a exclusão digital e a exclusão bancária também são importantes problemas a ser combatidos, na medida que sua eliminação facilita a evolução e participação social do cidadão.
    Para que possamos eliminá-los, precisamos de Tecnologia.
    No caso da exclusão digital, todos acham que já tem a resposta: Internet para todos! Infelizmente, a Internet sozinha nada mais é que um canal informativo genérico na medida que não podemos saber precisamente quem está navegando no computador...
    Este problema é grave pois não podemos dirigir conteúdos, prestar diversos serviços específicos do governo ou da iniciativa privada e até mesmo praticar qualquer tipo de comércio eletrônico.
    A “não identificação positiva remota” também leva à exclusão bancária. Hoje não podemos conceber um relacionamento bancário, massificado e a distância que não seja eletrônico. Também não podemos conceber que os custos da manutenção de contas correntes, cartões de crédito e débito sejam repassados para populações de baixa renda que só desejam serviços bancários eventuais ou acesso ao micro-crédito...
    Como resolver então estes dois problemas? Com o uso da certificação digital.
    Através de um conceito plenamente aceito em nossa legislação desde 2001 (vide MP 2200), podemos habilitar a identificação positiva remota com um par de chaves assimétricas, acomodadas, por exemplo, em Smart Cards. Isso não é ficção científica, está acontecendo através de várias iniciativas governamentais (CEF, BB, Receita Federal) que somente se intensificarão no novo governo e em algumas iniciativas privadas.
    Com este novo “cartão do cidadão”, as pessoas terão a condição de “assinar e se identificar digitalmente” de modo legal e eficiente. Isso as permitirá participar de concursos e serviços públicos, comercializar remota e seguramente, gerar documentação eletrônica válida para todos os fins de direito e também ter acesso a crédito sem, necessariamente, possuir conta corrente ou outro cartão caro de “bandeira famosa”
    Muitos cidadãos que não conseguem hoje participar do mercado pelo custo da burocracia real poderão fazê-lo com a nova burocracia virtual que está chegando. Ela trará novos clientes a muitos mercados, ajudando a eliminar tanto a exclusão digital quanto a exclusão bancária.
    A maioria das pessoas acha que a certificação digital trata apenas de tecnologia e que, mesmo que vá para frente, não se disseminará largamente nem afetará nossos negócios em curto prazo. Pensaram do mesmo modo sobre o telefone, fax, cartão bancário, Internet, celular... Achavam que tais produtos eram luxos desnecessários ao negócio e que nunca se disseminariam. Os fatos comprovam o contrário: cada nova tecnologia útil ao ser humano tem uma disseminação maior e mais rápida!
    Fica, entretanto, uma pergunta no ar: sua empresa e seus sistemas estão preparados para receber este novo cidadão, estes novos negócios e esta nova forma de contratação eletrônica?

Mauricio Ghetler,
CIO
Banco Santos, Br

 


 



A Empresa no contexto Tecnológico

    A empresa está inserida num ambiente globalizado e precisa estar preparada para interagir com esse sistema de forma ágil e eficiente e uma das ferramentas tecnológicas que permitem esta interação é a Internet. O propósito básico da informação é o de habilitar a empresa a alcançar seus objetivos pelo uso eficiente dos recursos disponíveis, nos quais se inserem pessoas, materiais, equipamentos, tecnologia , dinheiro, além da própria informação. Dessa forma a empresa precisa se adaptar a uma nova realidade, utilizando seus recursos para reagir mais rapidamente aos desafios do mercado.
    E a tecnologia é uma ferramenta imprescindível. É através dela que, as pessoas e departamentos vão poder trocar informações e conhecimento na velocidade da luz através de suas redes de computadores.
    A empresa atual é eletrônica, virtual, utiliza-se da informática e das telecomunicações, como suas antecessoras utilizavam-se da máquina de escrever e calcular.
    Esta tecnologia deve estar a serviço dos clientes como dizem os gurus em administração. Conectando a empresa a seus Clientes e Fornecedores e permitindo monitorar seus clientes a cada passo.
    A inovação é outra característica da nova empresa . Os clientes exigem das empresas a melhor qualidade, o menor preço, produtos ecológicos, rapidez, etc. Peter Drucker define inovação como uma "mudança que cria uma nova dimensão de desempenho". Deve-se praticar um "abandono planejado" e descartar programas que dão certo hoje mas não darão no futuro.
    A empresa atual não espera necessariamente que termine o ciclo de vida de seus produtos, ela se antecipa a concorrência e mata seu próprio produto, como fez a Motorola que usou um mecanismo de "Inovar ou Morrer", com sua prática de cortar linhas de produtos consolidados com um grande volume de vendas , obrigando-se a preencher o vazio com novos produtos, que corresponda as expectativas de seus clientes.     Para isso isso ela necessita de informações atualizadas que reflitam estes anseios.
    Das 500 maiores companhias citadas pela revista Fortune em 1955, 70% já não existem mais. Na economia digital a concorrência vem de todos os cantos.
    Segundo pesquisas , a organização apoiada na Tecnologia da informação tem como principais características :
• Comunicação Eletrônica e Contato eletrônico
• Uso de e-mail e de ferramentas para trabalho em grupo
• Supervisão baseada na comunicação eletrônica, com menos reuniões face a face que em outras organizações.
• Gerentes delegam tarefas e tomada de decisões para seus subordinados e o sistema disponibiliza as informações necessárias para estas tomadas de decisões.
• Alguns membros da organização trabalham remotamente.
• A infra-estrutura tecnológica de uma organização deve-se apoiar numa rede de computadores conectadas a outras redes nacionais e internacionais, permitindo ainda a conexão com clientes e fornecedores ou outras entidades que se fizer necessário.
• Uso intensivo dos recursos eletrônicos para aumentar a produtividade e minimizar o uso de papel, utilizando armazenamento óptico de dados.
• Uso de agentes de software para executar uma variedade de tarefas sobre uma rede.
• Uso da comunicação eletrônica para dirigir tarefas focadas em um projeto específico.
• A intensa ligação formada com clientes e fornecedores aumentam a interatividade, precisão e reduz o tempo e a quantia de retrabalho quando as empresas fazem comércio uma com as outras.
• Esta ligação virtual permite por exemplo no caso de reposição de estoques, que um fornecedor supra as necessidades da empresa de forma just-in-time, atuando como parceiros no processo de produção.
     A empresa atual é criativa por necessidade, os mercados tornaram-se eletrônicos, e os produtos quase que devem ser feitos sob medida. Já podemos escolher as características de um Carro da GM através da Internet, para que ele possa ser fabricado sob encomenda para um cliente específico.
    Os produtos estão tornando-se digitais. As empresas estão tendo de ir muito além da reengenharia para repensar todos os seus processos. Muitas vezes tem de reformular o próprio negócio da empresa para sobreviver.
    As redes são o alicerce da economia digital e da Era da Inteligência na empresa. A Internet está emergindo como o meio de comunicação que interligará todos os computadores do mundo e por conseguinte as pessoas e suas empresas. Isto já se constitui numa revolução e essa revolução é democrática, pois a Internet não é uma tecnologia fechada, restrita a uns poucos países. Podemos dizer que o Brasil tem em mãos uma tecnologia em igualdade de condições aos países de primeiro mundo. E por enquanto apenas 2,5% da população tem acesso à rede.
    O mundo das telecomunicações e da informática esta convergindo maciçamente para a tecnologia da Internet. Outra revolução que promete ter impacto para a Internet é a tecnologia de fibras ópticas. Um cabo óptico transmite em uma hora todo o conteúdo da biblioteca do Congresso Americano.
    Segundo o economista Paulo Guedes "Antes era preciso uma Revolução Industrial para produzir um país como os Estados Unidos. Hoje, há uma dessas poucas oportunidades para o Brasil virar o jogo".
    A Internet é, antes de tudo, o exemplo maior da Nova Economia. Trata-se da economia do conhecimento, em que uma boa idéia pode transformar-se em empresa de um dia para outro. Trata-se finalmente, da economia da Era Digital, não mais da Era Industrial. Da Era da Internet.
    Ao analisar os modelos utilizados pelas empresas nos últimos anos percebemos que nenhum modelo isoladamente, irá aproximar a empresa tradicional da nova Empresa.
    Não podemos adotar um enfoque sistêmico de gestão, e deixar de lado aspectos de uma gestão inovática e empreendedora.
    Percebemos que a reengenharia possibilitou à empresa cortar seus custos e diminuir seus quadros tornando a empresa mais enxuta. Mas estas medidas tomadas de forma isolada podem ser muito prejudiciais para uma empresa que espera ser competitiva num mercado globalizado e veloz, que espera reações rápidas e sintonizadas com o mercado que muda a cada segundo.
    À medida que a nova economia começa a ganhar fôlego, empresas da maioria dos setores, precisam enfocar objetivos de crescimento e valor agregado, e não apenas redução de custo. O controle dos custos será importante sempre e em alguns setores, crucial para o sucesso competitivo.     Mas mesmo as empresas mais sensíveis ao fator custo, como o setor varejista, terão de alterar seus paradigmas - vendas pela internet por exemplo. Neste contexto não podemos empregar estas técnicas de gestão de forma isolada.
    Uma empresa é mais do que um grupo de processos, então o aperfeiçoamento dos processos é uma resposta inadequada aos desafios da nova economia. Fundamentalmente a nova economia exige que as empresas mudem seu modelo de negócio e a nova tecnologia possibilita essa mudança.
    De tudo isto podemos concluir que se faz necessária uma mudança fundamental nas empresas e a estratégia a ser adotada, depende do modelo de gestão adotado, do histórico desta empresa, de suas crenças e de suas atitudes.
    E apenas as empresas que se adaptarem a esta nova dinâmica da economia poderão sobreviver.

Osvaldo Taveira ,
Analista de Sistemas
SISCORP, BR

 



 

Junto às mudanças ocorridas na SISCORP em 2002 no sentido de estarmos sempre evoluindo, não poderia faltar a mudança do nosso site que está agora "muito mais" fácil e dinâmico! Confira...

 
Confraternização de Fim de Ano

Foi realizado no dia 28 de novembro no Hotel Crowne Plaza, a festa de confraternização de final de ano da SISCORP.
Abrindo o evento, Dawson Henriques e Marcelo Freitas, sócios diretores da SISCORP, colocaram para a equipe SISCORP os fatores importantes que tem levado a empresa a este crescimento, demonstrado ao longo dos seus 09 anos.
Profissionalismo, integridade, capacidade, transparência, comprometimento, são alguns dos pontos que fazem da SISCORP uma empresa diferente, uma empresa íntegra que faz da busca pela melhoria contínua, sua luta constante. Dando continuidade ao evento, todos assistiram a palestra do
Francisco Carlos Marcondes, "Quem Mexeu no Meu Queijo", e para encerrar o evento todos foram recepcionados com um maravilhoso jantar no próprio hotel.

XIX PESCAPUTUR 2002

A SISCORP patrocina a XIX PESCAPUTUR 2002 na Amazônia. A PESCAPUTUR ocorre todo ano e conta com a participação de executivos de grandes seguradoras.
Conferência Internacional de Seguros
Contando com o patrocínio de várias empresas, entre elas a SISCORP, foi realizado em São Paulo, nos dias 25 e 26 de novembro, o mais importante evento do mercado brasileiro de seguros de 2002: a "Conferência Internacional de Seguros", no São Paulo Center Convenções, na Cidade Jardim, São Paulo.
Evento que contou com a participação de profissionais importantes do mercado segurador, nacional e internacional, oferecendo assim uma oportunidade incrível de ouvirmos novas experiências e de poder rever conceitos.
 

    Abrace você também essa causa!!!

    A CECRIFE, Centro Educacional Criança Feliz, encerrou o ano de 2002 com uma festa muito gostosa, realizada na quadra da Escola de Samba da Vila Alice, com a presença dos funcionários e alunos do Centro Educacional Criança Feliz, seus familiares, tios e crianças que participam da Escola Dominical em Tamarutaca, parceiros, membros da Igreja Metodista Livre de Mirandópolis e Jardim Rei e pessoas do bairro.
    A festa ocorreu das 10:00 às 13:00. Até às 12:00 as crianças brincaram na piscina de bolinhas e no castelinho pula pula, e puderam se deliciar com as barraquinhas de pizza e algodão doce alugadas pela CECRIFE. Havia também uma cantina com cachorro quente, salgadinho, pipoca, pipoca doce, bolo e refrigerante, alimentos estes que foram fruto de doação dos pais das crianças da creche.

    No final da festa, os membros da Igreja Metodista Livre de Jardim Rei, distribuíram lembrancinhas para todas as crianças e deram presentes para os alunos da creche.
    Agradecemos a Deus, pois este ano Ele despertou um número muito grande de pessoas para ajudar em todas as atividades da creche e também na realização desta festa.
    É muito mais gostoso quando trabalhamos unidos num mesmo propósito.

CECRIFE: Rua Pedro Taques, 35
(Travessa da Av. Príncipe de Gale)

  Vila Guiomar - Santo André
Tel.: (55 11) 2164885


Aconteceu no dia 30 de novembro, no Ministério Avivamento Contínuo, o lançamento do 1º CD da Banda Santuário, com produção executiva dos sócios diretores da SISCORP, Dawson Henriques de Oliveira e
Marcelo Freitas da Silva.
Com transmissão ao vivo, pela rádio Musical - 105.7FM, o Santuário abriu o show com uma vinheta de bateria, logo em seguida foi feita a leitura do Salmo 150 e a partir daí, o rock rolou.
Havia aproximadamente 700 pessoas, que, ao som do Santuário, cantaram, dançaram e pularam.
Navegue pelo Site da Banda Santuário e saiba tubo sobre o Lançamento do CD.

www.bsantuario.com.br


Dawson Henriques de Oliveira
Sócio Diretor

Marcelo Freitas da Silva
Sócio Diretor

Silvia Marques
Gerente Comercial

Regina Porto
WebDesigner

Matriz
Av. José Caballero, 65 - 6° andar
Santo André-SP
Fone: (5511) 4990-6952

Fábrica de Software
Rua Matias Aires, 402 - andar I
São Paulo-SP
Fone: (5511) 3255-3452

Site
www.siscorp.com.br

Contato
Marketing SISCORP